quinta-feira, 3 de maio de 2007

O seu a seu dono!

Informo que todas as fotos deste blog, excepto uma, foram retiradas da internet.

Perguntas de uma pastora meio tonta...


Sei que este blog costuma ser visitado por pessoas que se preocupam, de maneira muito séria e profissional, com os desatinos ambientais que se praticam neste Planeta. Por isso, aproveito o ensejo para expor, com todo o respeito e sem ironias, duas pequenas e ingénuas dúvidas que, com alguma frequência, assaltam a minha triste ignorância...
1- Qual seria o perigo para o ecossistema, se os mosquitos, as pulgas e os piolhos deixassem de existir?
2- Que mal fazem os lindos jacintos da Pateira de Fermentelos, para serem considerados uma praga?

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Está-me na massa do sangue...

No dia 25 de Abril, se me tivesse alembrado, tinha ido até à capital a mais os meus rebanhos e as minhas manadas.
Indo atrás das outras maltas, teria passado com certeza pelo túnel do Marquês! (Como é bom sermos os primeiros nas inaugurações para ficar na fotografia...)
Depois, se algum vagar me sobrasse, ainda houvera de visitar a casa do Senhor Ministro; é que sempre quis saber, como é a cara dum boi a olhar para um palácio. Que é como quem diz...

sábado, 21 de abril de 2007

Que complicado!...


Não compreendo por que as casas têm todas paredes e telhados.
O mundo devia ser mais simples, não ter tantos ângulos rectos.
Tenho de aprender a fazer as curvas como deve ser!
Mas como, se tenho tanta vontade de acelerar o coração?
Por favor, deixem-me à solta, correndo verde por estes meus montes!

segunda-feira, 16 de abril de 2007

O círculo da água e da vida

Contaram-me este episódio que achei de uma deliciosa filosofia...
A avó caiu, pisando-se no joelho. O neto, muito carinhoso, ajudou-a em tudo, incluindo, a pôr gelo na parte magoada. Quando o susto passou, o garoto foi brincar para a escada. Não demorou muito quando ele regressa aflito, como se tivesse feito um grande disparate, e conta à avó que o gelo tinha morrido... A avó ainda demorou a perceber aquela frase. Claro, são as coisas mais simples que não se percebem. O gelo havia-se derretido! Apenas isso.
É bem verdade, acrescento eu. A água morreu e subiu aos céus!

sábado, 14 de abril de 2007

Toque digital


Quem disse que apontar é feio? Ao dedo indicador não lhe cabe outra função...
O eixo do universo nada tem de imaginário.
Afinal, é mínima, a grandeza de todas as coisas. Basta um gesto!

terça-feira, 10 de abril de 2007

Começou o tempo da sesta!

E enquanto os meus rebanhos pastam, não posso deixar de ruminar...
Neste silêncio agreste, há rumores de espantar!
Será que o Ministro lá das Cortes, é mestre-de-obras a brincar?
Se fosse chegado cá das minhas falas, sempre havia de perguntar:

Afinal, meu ilustre senhor, quanto mede um pé direito?

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Possível solução para um dilema existencial


Eu, Mofina Mendes, sou uma pastora. Desastrada, muito desastrada, é verdade. Mas pastora. No Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, por exemplo, não acreditam nesta afirmação.
A única saída é dizer aquilo que fica bem e que as pessoas gostam de ouvir. Assim, a partir de agora, serei Quadro. Quadro bem quadrado. Dá estilo ser Quadro!
Superior? Nem tanto... Posso ficar no meio.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Dilema existencial

A rainha chega à Conservatória do Registo Civil, apanha o ticket e fica a aguardar a sua vez. Os funcionários apercebem-se da situação e desfazem-se em vénias.
- Faça favor, Senhora Dona Rainha? Estamos ao dispor de V. Majestade...
A rainha agradece e informa que apenas deseja renovar o B. I.
- Ora essa, é para já!
Fotografia recente, em qualquer jornal ou revista, claro. Dados mais pessoais:
1.º Data de nascimento
2.º Filiação (não, não é preciso a árvore genealógica completa.
3.º Profissão

Profissão?... Que absurdo! A rainha é rainha, não é?
Entre neste portal e registe-se.
Pensionista? Resposta não válida... Sem profissão? Lamentamos...


Ouço o vento e a chuva. É Primavera.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

O lavrar das terras


Os dias cresceram.
Já chegam do chão das madrugadas
até ao poente escrito
por nuvens muito altas.