quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Um pensamento...

Não sei se Deus existe (já acreditei menos). Mas de uma coisa estou segura: Ele não tem religião.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

O calcanhar de Aquiles



Fazendo-se uma pesquisa, não muito exaustiva, dos grandes vultos da humanidade, seguramente se chegaria à definitiva conclusão que, ao contrário do que é dito, dos fortes não reza a história.

sábado, 11 de agosto de 2007

E um baraço de cebolas!

Estou a matutar que podia passar umas boas semanas sem blogar, só para me armar que estou de férias.

Mas, pensando melhor, vou optar por ser diferente. Quem sabe, se para o próximo ano, a moda não será lançada! Até já imagino as conversas:
  • Então, rica, não foste no teu iate?
  • Que horror, que pindérico. Andei a plantar alfaces no meu green... O máximo!

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Memórias de infância...

Nem para sonhar há vontade. Os desejos, da maior parte das pessoas, são sempre acanhadinhos...
Esses sonhos não passam de uma viagem a um sítio qualquer (que tenha um nome estrabólico e esteja moda) e de uma casa com piscina.

Eu sonho em grande: Se pudesse, adorava ir ao Paraiso comer um gelado tutti frutti. Mais nada!

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Cuidado com os mosquitos!

Há paradoxos que, para uma pastora pacóvia como eu, são impossíveis de decifrar:
  • Por que é que, de dia, as pessoas não dão dois passo a pé, e à noite, não passam sem a sua caminhada?

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Isso sim!

A culpa do país estar no caos, é nossa, dos portugueses?
Então, se mudássemos todos de nacionalidade, o problema ficaria resolvido?
Claro que não. Tudo continuaria igual. Mesmo estrangeiros, ainda assim, atiraríamos as cascas dos tremoços para o chão.
Que fazer? Se calhar devíamos tirar umas férias. Grandes.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Coração

Depois de ter recuperado a corda,
O relógio quis acertar o seu passo
Com o tempo medido do mundo.



Pediu ajuda ao Sol,
Às estrelas,
Às pedras de quartzo...


Mas o pulsar do sangue
Umas vezes é lento
E outras vezes foge!


Que horas são?

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Tirem-me deste filme


É sabido que Portugal, na média europeia, tem uma taxa vergonhosa de analfabetismo, de iliteracia e de abandono escolar. Ao longo de muitos anos, todas as tentativas para modificar este cenário têm fracassado.
Incomoda o facto em si, ou o não se poder esconder esses números?
Pelo que é dado ver, o sistema político está apenas preocupado em disfarçar.
Tudo indica que o programa Novas Oportunidades não passa de um hábil truque de demagogia. Para tapar o buraco cultural, nada mais fácil do que distribuir diplomas. Assim, validam-se competências com o mesmo rigor de quem oferece bonés. Se me perguntarem qual a capital do reino, e eu, Mofina, responder que é Lisvoa, é quase certo e seguro que fico a ser uma espécie de doutora.
O lamentável é isto mesmo. Pode verificar-se que são as pessoas mais ingénuas que estão a cair no engodo.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Fugitiva de longos cabelos


A noite escura andou pelas ruas
Sem lua nem estrelas,
Silenciosa, pés de almofada,
Para não acordar gatos nem cães!
Mas de uma janela uma voz gritou:

É ela!

A noite teve de saltar os muros e as cancelas.



Escondeu-se debaixo de uma pedra

E em sossego, amanheceu.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Já que se fazem tantas excursões...

Por Lei, deveria haver um Decreto-Lei barra não sei quantos, de modo a que, todos os naturais ou residentes neste país, tivessem de visitar um museu. Não teria de ser um museu específico, podia ser um escolhido ao gosto ou ao jeito de cada cidadão.
Seria um dever cívico igual a todos os outros, tipo possuir um número de contribuinte.
A pessoa não podia ser isenta por não saber ler, não perceber nada de arte, ou por outra razão semelhante.
Não importaria o tempo ou a atenção dispensada ao local. Importante mesmo, seria esse entrar num museu.
Tenho apenas um pressentimento de que muitas coisas mudariam para melhor!